(Imagem: Reprodução/Redes Sociais | Edição: AIIGO!)
A indústria de BL tailandês está assistindo de camarote a um dos momentos mais tensos e caóticos dos últimos anos. A Idol Factory, que até pouco tempo atrás era considerada uma grande potência e referência no entretenimento, parece estar à beira de um colapso estrutural sem precedentes.
O que antes eram apenas fofocas de bastidores se transformou em um comunicado drástico: no dia 31 de março, a empresa anunciou oficialmente o encerramento do contrato de gerenciamento de nove de seus artistas. Entre eles, a saída que mais chocou o público foi a de Poom Nuttapart, astro em ascensão que brilhou em produções como My Sweetheart Jom e Peach Lover.
Apesar do impacto dessa debandada coletiva, a verdade nua e crua é que essa crise não aconteceu da noite para o dia. O primeiro grande abalo nas estruturas da Idol Factory ocorreu em novembro de 2025, com a saída inesperada de Saint Suppapong. A partida do fundador e principal rosto executivo da marca deixou a liderança fragilizada e foi o sinal verde para o início do fim.
Com o trono vazio, os rumores de má gestão ganharam uma força absurda. E o pior tipo de rumor começou a vazar: problemas financeiros. Começaram a circular denúncias fortíssimas de salários atrasados e pagamentos não realizados, incluindo um caso gravíssimo apontando que a atriz Becky Armstrong teria milhões pendentes a receber por seus trabalhos. Isso deixou de ser um "problema isolado" para virar um alerta de falha estrutural.
A rescisão de nove artistas de uma só vez, com destaque para a perda de uma promessa como o Poom, é o atestado de que a confiança dos talentos na gestão da empresa simplesmente acabou.
No comunicado divulgado, a Idol Factory foi extremamente polida, afirmando apenas que o encerramento ocorreu por "questões internas" e pedindo que os fãs continuassem apoiando os atores em suas novas jornadas. O problema é o que eles *não* disseram. A empresa ignorou completamente as acusações financeiras e não deu um pingo de perspectiva sobre como vai se reestruturar após perder quase todo o seu elenco.
Agora, o mercado observa a produtora com lupa. O cenário atual aponta para três caminhos: ou eles tentam uma reestruturação milagrosa, ou passam a operar de forma muito reduzida, ou simplesmente fecham as portas de vez, marcando o fim de uma era.
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Poom Nuttapart e os outros oito artistas agora estão livres no mercado para alçar novos voos, mas a pulga atrás da orelha continua. E você, acredita que a Idol Factory consegue dar a volta por cima depois dessa tempestade ou a empresa já decretou o seu fim?
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